quarta-feira, 12 de junho de 2013

Governo processa Cogumelo do Sol por publicidade enganosa

Por suspeita de publicidade enganosa por parte da empresa Cogumelo do Sol Agaricus do Brasil, o Minist?rio da Justi?a instaurou, nesta quarta-feira (27), um processo administrativo para investigar o caso.

A den?ncia partiu do Minist?rio P?blico de Minas Gerais, que entendeu n?o haver informa??es claras o suficiente na propaganda, o que poderia levar o consumidor ao erro de ver o produto como um medicamento, dotado de benef?cios terap?uticos --e n?o da forma correta, na categoria de alimento.

"O principal neste caso ? a falta de informa??o correta, o que ? fundamental para o consumidor poder exercer o seu poder de escolha", afirma Tamara Amoroso, coordenadora do departamento de prote??o e defesa do consumidor do minist?rio.

A empresa tem dez dias para apresentar suas argumenta??es. A multa prevista nesta situa??o, desde que confirmada a den?ncia, pode chegar a R$ 6,2 milh?es.

A reportagem n?o conseguiu fazer contato com a empresa pelo 0800 dispon?vel no site e n?o teve resposta no contato feito por e-mail.

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Medicamento anti-HIV reduz risco de infec��o pelo v�rus em usu�rios de drogas

Usu?rios de drogas injet?veis apresentaram risco 49% menor de infec??o por HIV com o uso di?rio de rem?dios antirretrovirais. As drogas, originalmente usadas no tratamento de pessoas com HIV para combater a replica??o do v?rus, foram testadas como medida preventiva em pacientes com alto risco de cont?gio.

"? um grande passo para a preven??o do HIV", disse Jonathan Mermin, diretor do centro norte-americano de controle e preven??o de doen?as, que apoiou a pesquisa. O estudo publicado nesta quarta-feira na revista cient?fica "Lancet" foi realizado com mais de 2.400 usu?rios de drogas injet?veis em Bancoc, na Tail?ndia.

Testes anteriores apontam que o risco de infec??o tamb?m pode cair 44% em homens que fazem sexo com homens, 62% em pacientes heterossexuais e 75% em casais com um dos parceiros infectados com HIV quando os medicamentos s?o usados de maneira preventiva.

Infec??es entre usu?rios de drogas, como a hero?na, representam 8% dos novos casos de cont?gio nos Estados Unidos e cerca de 10% das novas infec??es por HIV no mundo.

Durante o estudo, metade dos pacientes tomou placebo (p?lulas sem efeito no organismo) e a outra parte recebeu o medicamento. Todos foram instru?dos sobre m?todos de preven??o e receberam preservativos, al?m do teste mensal de HIV. Foram registradas 17 infec??es entre as pessoas sob efeito da medica??o e 33 entre os pacientes que n?o tomaram as drogas.

"A introdu??o da profilaxia pr?-exposi??o na preven??o do HIV deveria ser considerada como um componente adicional das estrat?gias que incluem troca de seringas, distribui??o de camisinhas e testes de infec??o", explicou Salim Abdook Karim, da Universidade de Columbia, em Nova York, ao comentar a publica??o da revista cient?fica.

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sexta-feira, 1 de março de 2013

Dormir menos de seis horas por noite altera atividade de centenas de genes

Dormir pouco por muitas noites em seguida altera a atividade de centenas de genes essenciais para a sa?de, como os ligados ao estresse e ? resposta imunol?gica.

Testes em pessoas que dormiram menos de seis horas por dia por uma semana revelaram mudan?as importantes na atividade dos genes que regulam o sistema imune, o metabolismo, o ciclo do sono e a resposta ao estresse, sugerindo que a falta de sono possa ter um impacto grande no bem-estar a longo prazo.

As mudan?as, que afetaram mais de 700 genes, podem explicar mecanismos biol?gicos que aumentam o risco de uma s?rie de doen?as, como problemas card?acos, diabetes, obesidade, estresse e depress?o em pessoas que dormem pouco.

"A surpresa para n?s foi que uma diferen?a modesta na dura??o do sono levou a esse tipo de altera??o", afirmou Derk-Jan Dijk, diretor do Centro de Pesquisa de Sono da Universidade Surrey, l?der do estudo. "? uma indica??o de que perturba??es do sono ou restri??o de sono faz mais do que deixar voc? cansado."

Estudos anteriores sugeriam que quem dorme menos de cinco horas por noite tem um risco 15% maior de morte por qualquer causa do que quem dorme bem. Em uma pesquisa com trabalhadores brit?nicos, mais de 5% afirmaram dormir cinco horas ou menos por noite. Outra pesquisa americana de 2010 mostrou que 30% das pessoas n?o dormem mais do que seis horas por noite.

Dijk e seus colegas pediram a 14 homens e 12 mulheres, todos saud?veis com idades entre 23 e 31 anos, para viver em um centro de pesquisa de sono por 12 dias. Cada um visitou o centro em duas ocasi?es. Em uma visita, eles ficaram dez horas por noite na cama por uma semana. Na outra, s? seis horas.

No fim de cada semana, eles eram mantidos acordados por um dia e uma noite, de 39 a 41 horas.

Usando um exame de eletroencefalograma, os cientistas viram que os participantes dormiram 8,5 horas por noite na semana das dez horas na cama e 5h42 na semana das seis horas na cama por noite.

O tempo dormindo teve um impacto grande na atividade dos genes, detectada em exames de sangue nos volunt?rios, como relatado na publica??o "Proceedings of the National Academy of Sciences".

Entre os privados de sono, a atividade de 444 genes foi suprimida, enquanto que 267 genes ficaram mais ativos em quem dormia mais.

As mudan?as nos genes que controlam o metabolismo podem exacerbar condi??es como diabetes ou obesidade, enquanto problemas nos genes que regulam a resposta inflamat?ria do corpo podem ter impacto em doen?as card?acas. Outro genes afetados foram ligados ao estresse e ? idade.

A perda de sono teve efeito nos genes que controlam o rel?gio biol?gico, sugerindo que o sono ruim possa virar um c?rculo vicioso.

"H? um feedback entre o que voc? faz com seu sono e como isso afeta seu ritmo circadiano, o que ser? muito importante em pesquisas futuras", diz Dijk.

RESSALVAS

Os pesquisadores n?o viram quanto tempo levou para os genes voltarem ? sua atividade normal nos volunt?rios privados de sono, mas esperam fazer isso no futuro.

Por meio das medi??es das altera??es dos genes ap?s a falta de sono, os cientistas n?o sabem se elas s?o uma resposta inofensiva e de curto prazo ao sono ruim, um sinal do corpo se adaptando, ou se s?o potencialmente perigosas para a sa?de.

"Os perigos potenciais do deficit de sono na sociedade atual e a necessidade das oito horas de sono por noite s?o muitas vezes aumentados e podem causar preocupa??es indevidas. Apesar de esse importante estudo dar base para essa preocupa??o, o sono dos participantes foi restrito abruptamente para um n?vel n?o usual, o que pode ter sido estressante", afirma Jim Horne, professor de psicofisiologia no Centro de Pesquisa de Sono da Universidade Loughborough.

"Precisamos ter cuidado para n?o generalizar esses achados para quem dorme sempre seis horas por noite e est? feliz com isso. Al?m disso, o sono pode se adaptar a mudan?as e deve ser julgado por sua qualidade, e n?o s? quantidade total."

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Consumo de ferro diminui risco de TPM, sugere estudo

Uma nova pesquisa feita por cientistas americanos indicou uma rela??o entre consumo de ferro e TPM (tens?o pr?-menstrual).

Pesquisadores da Universidade de Massachusetts e de Harvard investigaram os h?bitos alimentares de 3.000 mulheres. Aquelas que indicavam ter uma dieta rica em ferro eram entre 30% e 40% menos propensas a ter TPM do que aquelas que consumiam quantidades baixas.

O trabalho, que ser? publicado no "American Journal of Epidemiology", ? um dos primeiros a analisar se o consumo de minerais na dieta est? relacionado ao surgimento da TPM.

? preciso ressaltar, por?m, que o estudo n?o teve interven??o. Os pesquisadores s? observaram a dieta das participantes, e n?o intervieram. Atividades f?sicas, peso, fumo e outros fatores foram levados em considera??o, no entanto.

As mulheres no estudo preencheram question?rios sobre seus h?bitos alimentares durante os dez anos. Ap?s esse per?odo, 1.057 delas foram diagnosticadas com TPM, enquanto 1.968 permaneceram livres do problema.

Ajustando a ingest?o de c?lcio e outros fatores, os pesquisadores ent?o compararam a ingest?o pr?via de minerais indicada nos question?rios. Eles compararam as quantidades entre as mulheres que n?o tinham pouco ou nenhum sintoma menstrua com as identificadas com TPM.

"N?s descobrimos que as mulheres que consumiram ferro de verduras e suplementos alimentares, ou seja, de fontes n?o ligadas diretamente ? carne, tiveram entre 30% a 40% menos risco de desenvolver TPM do que aquelas que consumiram menores quantidades de ferro", disse a Elizabeth Bertone-Johnson, uma das autoras do estudo.

Por outro lado, mulheres que consumiam quantidades elevadas de pot?ssio tiveram mais chances de ter sintomas da TPM, em compara??o com as que tinham n?veis baixos.

SEM EXAGEROS
A pesquisadora afirma que o n?vel de ferro identificado para o menor risco de desenvolver TPM ? de 20 miligramas di?rios. Uma quantidade superior ? atual recomenda??o di?ria de 18 miligramas para mulheres antes da menopausa.

A cientista alerta para os riscos do consumo excessivo.

"Como o consumo alto de ferro pode ter outros efeitos sobre a sa?de, as mulheres devem evitar consumir mais do que os n?veis toler?veis, a menos que haja uma recomenda??o diferente do m?dico", disse Bertone-Johnson.

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Beb�s prematuros s�o 10,5% no Brasil

CL?UDIA COLLUCCI
ENVIADA ESPECIAL AO RIO

Principal causa de mortalidade de crian?as de at? sete dias de vida, a prematuridade atinge hoje 10,5% dos nascimentos no Brasil.

Os dados v?m de um grande estudo do Minist?rio da Sa?de, coordenado pela Fiocruz, cujos resultados preliminares foram divulgados ontem no Rio, em confer?ncia da rede global de academias nacionais de ci?ncia.

Segundo um levantamento divulgado no ano passado pela Organiza??o Mundial da Sa?de, o Brasil ? o d?cimo pa?s do mundo com maior n?mero de nascimentos prematuros --em 2010, foram quase 280 mil.

Para o novo estudo da Fiocruz, foram entrevistadas 24 mil mulheres gestantes e no puerp?rio de 191 munic?pios brasileiros e 266 hospitais p?blicos e privados. As m?es foram acompanhadas por at? 60 dias ap?s o parto.

Do total de nascimentos, 52% foram por ces?rea, e 11% dos beb?s necessitaram de suporte para respirar ao nascer. "? um ?ndice absurdo", afirmou Maria do Carmo Leal, pesquisadora da Fiocruz e coordenadora do projeto, durante a apresenta??o.

A prematuridade est? relacionada a 28% das mortes infantis at? os sete dias de vida.

No mesmo evento, o secret?rio da Ci?ncia, Tecnologia e Insumos Estrat?gicos do Minist?rio da Sa?de, Carlos Gadelha, anunciou uma parceria entre a pasta, a Funda??o Bill e Melinda Gates e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient?fico e Tecnol?gico) para estudar as causas da prematuridade e as medidas para preveni-la.

Ser?o disponibilizados R$ 16 milh?es para as pesquisas. Metade dos recursos vir?o do governo brasileiro e metade, da funda??o. Bolsas de estudo e o desenvolvimento de equipamentos, por exemplo, podem ser contemplados pelo financiamento.

COMPORTAMENTO
Gadelha afirma que a iniciativa abre uma agenda de inova??o focada em problemas reais na sa?de.

"? uma ci?ncia comprometida com o social. Uma crian?a prematura tem muito risco de ter outros problemas ao longo de sua vida."

Segundo ele, al?m de causas fisiol?gicas da prematuridade, a parceria com a Funda??o Bill e Melinda Gates vai possibilitar o estudo dos comportamentos que levam ? antecipa??o do parto, como a escolha do m?dico.

Na rede privada de sa?de, as taxas de ces?reas s?o de 90%, em m?dia, e em alguns hospitais de quase 100%.

A falta de precis?o do c?lculo da idade do feto, por exemplo, pode ser um problema na hora da marca??o antecipada das ces?reas.

O estudo da Fiocruz realizou exames de imagem em gestantes e mostrou que a conta baseada no atraso da menstrua??o ? falha em muitos casos para determinar o n?mero de semanas de gesta??o.

"Os m?dicos e a sociedade brasileira precisam enxergar que a cesariana n?o ? s? um bem, que d? conforto, que eu marco hor?rio. Precisamos saber o que ? melhor para a sa?de da m?e, da crian?a e do sistema", diz Gadelha.

Colaborou LUCAS VETTORAZZO, do Rio

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F�bio Bibancos: Metr� 24 horas

S?o Paulo ? uma cidade 24 horas?! Ah, t?... n?o sei onde. Muita coisa funciona sim, mas as pessoas n?o podem chegar, porque justo o metr? fecha durante a madrugada. Qual a solu??o pra isso? Arrumaram uma maneira fant?stica de ... Clique aqui para ler o post completo do blog

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An�lise encontra ars�nio em peixes vendidos em S�o Paulo

MARIANA VERSOLATO
DE S?O PAULO

Ap?s analisar amostras de atum, pintado, corvina e sardinha frescos de 16 estabelecimentos de S?o Paulo, incluindo grandes redes de supermercado, a Proteste (Associa??o Brasileira de Defesa do Consumidor) encontrou ars?nio acima do n?vel aceit?vel em 72% das amostras.

Quanto ? corvina, 90% das amostras continham a subst?ncia acima da lei. Todas as amostras de atum e sardinha apresentavam n?veis al?m do ideal. Somente o pintado estava livre de ars?nio.

A Proteste diz, por?m, que n?o ? poss?vel afirmar se o resultado representa perigo ? sa?de porque os laborat?rios brasileiros n?o fazem a distin??o entre o ars?nio org?nico e o inorg?nico, este sim perigoso para a sa?de --pode causar danos ao sistema nervoso, aos rins e ao f?gado.

"Esse resultado n?o ? para causar alarde. N?o h? como diferenciar a forma do ars?nio porque a legisla??o s? define o valor total m?ximo", diz Manuela Dias, do Centro de Compet?ncia de Alimenta??o e Sa?de da Proteste.

Dias se refere ? portaria da Anvisa (Ag?ncia Nacional de Vigil?ncia Sanit?ria) que estabelece o limite de 1 mg/kg de ars?nio total.

Segundo ela, o objetivo ? abrir a discuss?o sobre a necessidade de fazer essa diferencia??o. Por isso, a Proteste mandou os resultados para a Anvisa, o Minist?rio da Agricultura e a Covisa (Coordena??o de Vigil?ncia em Sa?de de S?o Paulo).

Um estudo de Leonardo Kuniyoshi e colegas, do Instituto Oceanogr?fico da USP, tamb?m afirma que a legisla??o deveria tamb?m levar em conta o habitat do peixe quanto ? salinidade.
Segundo o artigo, organismos marinhos tendem a acumular mais ars?nio do que os que vivem em ?gua doce.

Esses valores devem ser observados com cautela, dizem os autores, uma vez que a maior parte dos compostos ars?nicos presentes em peixes marinhos s?o org?nicos e n?o s?o t?xicos ao homem.

As formas inorg?nicas representam de 1% a 4% do ars?nio total encontrado em organismos marinhos, escrevem os autores do estudo.

A Proteste tamb?m avaliou os n?veis de merc?rio, c?dmio e chumbo nos peixes. O merc?rio foi achado em 58% das amostras, mas dentro dos limites aceit?veis. C?dmio e chumbo n?o foram achados.

Manuela Dias, da Proteste, refor?a que os benef?cios do consumo de peixe superam os problemas encontrados.

OUTRO LADO
O Walmart Brasil informou, por meio de sua assessoria, que trabalha com fornecedores que atendem as normas de inspe??o federal e que n?o reconhece a metodologia usada pela Proteste.

As redes Extra e P?o de A??car dizem que, em raz?o da inconsist?ncia de elementos que legitimem a informa??o da Proteste, n?o se posicionar?o sobre a pesquisa.
Tanto o Grupo P?o de A??car quanto o Carrefour afirmam que os peixes passam pelas an?lises obrigat?rias dos ?rg?os de fiscaliza??o.

O Hirota diz que a Proteste divulga informa??es "parciais que n?o contribuem para a melhoria da cadeia produtiva de alimentos".

A empresa afirma ainda que a Proteste n?o considerou que animais marinhos t?m n?veis maiores de ars?nio na forma org?nica, que n?o apresenta toxicidade.

O Sonda afirmou ter entrado em contato com seus fornecedores para que as ocorr?ncias sejam sanadas.

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